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Carlos Leonel da Silva Cruz
De Corruptopedia
[editar] Polícia Federal prende ex-delegado acusado da morte de corregedor
Terça-feira, 31/07/2007 às 20h42
Carlos Leonel da Silva Cruz é acusado de ser o mandante do assassinato do delegado federal Alcioni Serafim de Santana em 1998.
Fonte: Agência Brasil
Rio de Janeiro - O ex-delegado da Polícia Federal Carlos Leonel da Silva Cruz foi preso dia 31/07/2007, em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro, por agentes federais do Rio e de São Paulo. O policial, que estava foragido desde 2005, é acusado de ser o mandante, há nove anos, do assassinato do também delegado federal Alcioni Serafim de Santana, então corregedor na Superintendência da PF em São Paulo.
O corregedor investigava ex-delegado por suspeita de atuar como chefe de um grupo que extorquia empresários envolvidos em corrupção de menores.
De acordo com a superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, Rita Sanches, a investigação acontece desde 2005, e há cerca de seis meses os agentes descobriram que ele estaria em Teresópolis.
Segundo a superintendente, o ex-policial estava sozinho e não reagiu. Ele foi levado para a sede da superintendência, no centro Rio de Janeiro, onde aguarda a decisão da Justiça Federal de São Paulo.
O assassinato de Alcioni Santana aconteceu em 1998, na Vila Mazzei, zona norte de São Paulo. De acordo com denúncia do Ministério Público, dois homens contratados por Carlos Leonel Cruz efetuaram dois disparos contra o corregedor e sua mulher quando eles saíam de sua residência.
Carlos Leonel foi julgado e condenado a 28 anos de reclusão. Por ser uma pena superior a 20 anos, ele foi submetido a novo júri e foi absolvido por 4 votos a 3. O Ministério Público recorreu e o Tribunal Regional Federal da 3a Região determinou a realização de outro julgamento. Como o réu não compareceu, foi expedido mandado de prisão preventiva.
O ex-delegado também foi condenado pela 2a Vara Federal de São Paulo por sequestro e cárcere privado.
[editar] Ex-sargento é julgado pela morte de delegado da PF
20/06/2001 - 16h13
da Folha Online
O ex-sargento da PM Sérgio Bueno está sendo julgado hoje pela segunda vez na Justiça Federal de São Paulo. Ele é acusado de ter feito a intermediação entre Carlos Leonel da Silva Cruz, ex-delegado federal, e Gildenor Alves de Oliveira. Este último teria contratado Gildásio Teixeira Roma e Carlos Alberto da Silva Gomes para assassinar o delegado-corregedor Alcioni Serafim de Santana, morto em 27 de maio de 1998, em frente a sua casa, na Vila Mazzei, zona norte da capital.
Bueno foi condenado no primeiro julgamento, em 28 de março deste ano, a 27 anos de reclusão em regime fechado. Segundo a lei brasileira, a condenação igual ou superior a vinte anos permite que a defesa apresente protesto por novo júri.
Carlos Alberto da Silva Gomes, que era acusado de ter efetuado disparos contra o delegado-corregedor, foi absolvido em seu 2.º julgamento, por quatro votos a três, no quesito que se referia à autoria dos disparos.
Quatro dos sete jurados concluíram que Carlos Alberto não foi o autor dos disparos _o autor estava encapuzado. Em seu primeiro julgamento, em março do ano passado, ele tinha sido condenado a 25 anos de prisão.
Carlos Leonel da Silva Cruz, ex-delegado da Polícia Federal, acusado de ser o mandante do assassinato, está com julgamento marcado para 21 de novembro, às 11h. Ele está preso aguardando julgamento.

