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Operação Exérese
De Corruptopedia
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[editar] OPERAÇÃO EXÉRESE DESARTICULA QUADRILHA CHEFIADA POR EMPRESÁRIO NO AMAPÁ
04/03/2009
Macapá/AP – A Polícia Federal desencadeou hoje, dia 4, a Operação Exérese para desmontar um esquema de fraudes de licitações na Secretaria de Educação do Amapá. Foram presas 10 pessoas e cumpridos 12 mandados de busca e apreensão. Entre os presos está um influente empresário de Macapá e um servidor da Secretaria de Educação.
Segundo as investigações, o grupo, que era comandado pelo empresário, é suspeito de fraudar licitações para contratação de empresas de segurança privada. Entre os crimes praticados estão formação de quadrilha, peculato, apropriação indébita previdenciária, lavagem de dinheiro, crime contra à ordem tributária, falsidade ideológica e falsificação de documento público.
A Justiça Federal do Amapá, que expediu os mandados, também determinou sequestro de bens do empresário como um hotel ecológico, empreendimento de vulto que o empresário está construindo na cidade de Afuá (PA), carros, imóveis, fazendas, galpões e três apartamentos no Ceará, bens que pertenceriam à quadrilha.
[editar] Lista de Presos
Veja a lista dos envolvidos levados à Polícia Federal, com dados apurados pela imprensa e blogs amapaenses:
- Carlos Humberto Montenegro – considerado chefe da quadrilha, é empresário, proprietário da empresa de segurança Serpol que presta serviços para o Governo do Estado
- Aluísio Cunha Junior - Policial civil
- Eduardo Pascoal – Policial Civil
- Ubiratan Vale - até o ano passado era coordenador administrativo e financeiro da SEED, a partir deste ano as duas funções foram separadas e ele passou a ser coordenador administrativo do órgão.
- Caio Montenegro – Filho do empresário Humberto Montenegro
- Lourenza Keila – Secretária do empresário Montenegro
- Rogério Vinhas – ex-funcionário do TCE e empresário
- José Augusto Botelho – empresário
- Albertina Guedes – Secretária adjunta de políticas educacionais da Secretaria Estadual de Educação – foi liberada no início da tarde de hoje.
Todos os presos tiveram decretada prisão temporária, de 5 dias, com exceção do empresário Montenegro, que teve prisão preventiva decretada, ou seja, pelo período de 30 dias.
[editar] Nome da operação
O termo exérese refere-se ao procedimento cirúrgico utilizado para retirar uma parte ou a totalidade de um órgão ou tecido com fins terapêuticos.
[editar] Contato
Por Comunicação Social - SR/AP (96) 3213-7354

