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00h56min, Terça-feira, 22 de Maio de 2012
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Paulo Octávio Alves Pereira
De Corruptopedia
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[editar] Propina no Governo do Distrito Federal
Vice-governador do DF também recebeu propina, diz inquérito
27/11 - 22:00, atualizada às 01:14 28/11
Fred Raposo, Lucas Ferraz e Rodrigo Haidar
Em depoimento prestado ao Ministério Público Federal, o ex-secretário do governo do Distrito Federal, Durval Barbosa, afirma que o vice-governador, Paulo Octávio (DEM), dono de patrimônio milionário, também recebeu propina. O esquema de corrupção que envolve a cúpula do governo brasiliense, mais deputados distritais e empresários, está sendo investigado pela Polícia Federal, Promotoria e Superior Tribunal de Justiça.
Durval, o delator do caso, relata que o empresário Gilberto Lucena, dono da Linknet, empresa que operava no suposto esquema de corrupção, teve certa vez que pagar “pedágio” a Paulo Octávio, ao próprio governador José Roberto Arruda (DEM) e a mais duas pessoas. Segundo o ex-secretário de Relações Institucionais, o empresário pagou o tal “pedágio” para receber “faturas pendentes” com o governo do Distrito Federal.
De acordo com a transcrição do inquérito obtido pela reportagem do iG, Durval disse que muitos dos contratos “são conseguidos com empenho pessoal de Paulo Octávio”.
Outro lado
Procurada pela reportagem do iG, a assessoria do vice-governador Paulo Octávio disse que ele está em viagem, incomunicável.
Fonte: Vice-governador do DF também recebeu propina, diz inquérito
[editar] Paulo Octávio e Caixa Econômica Federal
Investigação liga vice de Arruda a rombo de R$ 27 mi
Seg, 11 Jan, 08h25
Em meio ao escândalo do "mensalão do DEM", o grupo empresarial do vice-governador do Distrito Federal, Paulo Octávio (DEM), é acusado de provocar um rombo de R$ 27 milhões aos cofres da Caixa Econômica Federal (CEF). O Ministério Público Federal (MPF) entrou, há três semanas, com cinco denúncias na Justiça Federal contra as construtoras do vice-governador. O procurador da República cobra, entre outras coisas, a devolução do dinheiro à Caixa.
Paulo Octávio é a aposta do DEM para suceder o governador José Roberto Arruda, que deixou o partido após as denúncias de corrupção no governo. A reportagem teve acesso à íntegra dessas novas ações judiciais que complicam ainda mais a vida do vice-governador, citado no inquérito sobre as fraudes no governo. No centro das investigações está o Brasília Shopping, um dos mais luxuosos da cidade, situado em área nobre da capital federal.
O MPF aponta uma série de irregularidades na construção feita em parceria entre o Grupo Paulo Octávio e o Funcef, fundo de pensão dos funcionários da Caixa. Essa sociedade dura até hoje na administração do shopping. O fundo tem 105 mil associados e um patrimônio de R$ 32 bilhões. O procurador lembra que o rombo prejudica "interesses das dezenas de milhares de pessoas" que participam do Funcef. Dos R$ 27 milhões de prejuízo, R$ 14 milhões referem-se a apenas uma das cinco denúncias.
Há vários indícios, segundo a investigação, de que ex-diretores do Funcef autorizaram repasses às empresas do vice governador "como estratagema para subtrair indevidamente recursos". "É uma afronta à legalidade e à moralidade pública", afirma o Ministério Público. As apurações mostram que o Grupo Paulo Octávio e ex-diretores do fundo teriam atuado em conjunto para transferir recursos, supostamente ilícitos, do fundo para a obra do shopping, inaugurado em 1997.
Pelo contrato, cada parte teria 50% de participação no negócio. No entanto, em 19 de novembro de 2009, após quatro anos de cobrança do Ministério Público, o Grupo Paulo Octávio admitiu que o Funcef repassou mais dinheiro do que deveria. "Tais pagamentos se configuram indevidos", diz a ação civil, que contou com a ajuda de auditores da própria Caixa.
[editar] Licença
O superintendente de shoppings do Grupo Paulo Octávio, Edmar Barros, informou que a empresa ainda não foi avisada das denúncias do MPF, protocoladas na Justiça na véspera do recesso do Judiciário, em dezembro. "Até o momento a empresa não recebeu qualquer notificação da Justiça e, portanto, não pode se pronunciar sobre o caso", afirmou ele, por meio da assessoria de imprensa.
A assessoria de Paulo Octávio disse que ele não pretende se manifestar sobre as acusações contra suas empresas. "O vice-governador Paulo Octávio não fala sobre assuntos ligados à empresa, uma vez que está licenciado da mesma para o exercício da vida pública."
Em nota, a CEF afirmou que "vem prestando todos os esclarecimentos demandados" pelo MPF. Já o Funcef informou que forneceu todos os documentos solicitados e confirmou que ainda é sócio de Paulo Octávio no shopping. "Atualmente, os únicos negócios que a fundação possui com o grupo são os que foram efetivados na década de 90: Brasília Shopping e Hotel Brasília Alvorada."
Fonte: Yahoo Notícias - Investigação liga vice de Arruda a rombo de R$ 27 milhões
[editar] Sumiço de Papeis da Parceria Funcef
Denúncia sobre vice de Arruda indica sumiço de papéis
12 de Janeiro de 2009
A investigação do Ministério Público em torno do grupo empresarial do vice-governador do Distrito Federal, Paulo Octávio (DEM), indica suposta ação para omitir documentos importantes na parceria com o Funcef, fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal (CEF). As denúncias apontam, por exemplo, o sumiço de relatórios de obras que comprovariam o envolvimento financeiro de cada parte no negócio. Desapareceram as planilhas de setembro de 1995, julho de 1996, novembro e dezembro de 1997, além de janeiro de 1998.
Ontem, o Estadão revelou que, há três semanas, o Ministério Público Federal (MPF) entrou com cinco ações na Justiça cobrando R$ 27 milhões do Grupo Paulo Octávio e de ex-diretores do Funcef por prejuízos que teriam causado na construção do Brasília Shopping, inaugurado nos anos 90. Em outubro de 2009, o Grupo Paulo Octávio admitiu que o Funcef - com 105 mil associados no País - repassou mais dinheiro do que deveria ao projeto.
Uma suposta proposta do Grupo Paulo Octávio por escrito permitiu que o fundo aumentasse de 20% para 50% sua participação - que dura até hoje - no Brasília Shopping, situado em zona nobre da capital federal. Esse documento, no entanto, não foi apresentado aos investigadores, apesar das solicitações. Em cima dessa proposta, os diretores do Funcef autorizaram o aumento da participação no empreendimento.
A investigação não localizou também o documento oficial que autorizou o repasse de R$ 1 milhão do Funcef a título de "antecipação de obra". O nome do vice-governador aparece na investigação da Polícia Federal (PF) sobre o esquema de corrupção no governo de José Roberto Arruda (ex-DEM) - chamado de "mensalão do DEM", mas ele tem sido poupado pelo Democratas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Yahoo Notícias - Denúncia sobre vice de Arruda indica sumiço de papéis


